"QUANDO O SILÊNCIO IMPÉRA"
O barulho da cidade, os motores dos automóveis roncando, das máquinas trabalhando, impedem que paremos e pensemos no quanto somos simples e fracos.
Ja fomos muitas vezes ao cemiterio, levar pessoas queridas e visitar os mortos no dia de Finados. O cemitério ainda é o melhor lugar para refletir sobre a vida. Alí o silêncio impera; e isto faz com que o silêncio dos mortos nos permite refletir sobre a vida.
Trabalhamos, compramos, vendemos, viajamos, festejamos, comemos, bebemos, brincamos e, no meio disso tudo, não percebemos o quanto somos frágeis.
A mudez do cemitério mostra que devemos tratar melhor as pessoas, sem contudo humilhar a ninguém, aliás, ninguem é de ferro; a não ser poéticamente.
Tudo isso me ensina que sou perecível, e que um dia estarei emudecido como todos aqueles que ja partiram dessa Terra para o Céu, aonde passarão a eternidade.
O SILÊNCIO DO CÉU (Apoc- 8, 1)
Diz o cético no seu coração: não há Deus (Sl-14, 1). Ele não acredita no Céu, simplesmente pelo fato de perceber que a maioria das pessoas que oram pedindo a solução de seus problemas, não ter suas orações respondidas, pois, quando o Céu se cala então é ainda pior, e nada acontece.
As doenças continuam, o desemprego se arrasta mais uma temporada, a pessoa má parece ter ficado ainda pior, e ainda apareceram dificuldades novas que arrazam tudo. Não vale apena orar! O Céu é mudo! O Céu é de bronze. Ele não responde. A oração é inútil. Afirmam os descrentes.

E por falar em silencio, até um peixe se livra dos problemas se mantiver a boca fechada.
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