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quinta-feira, 22 de março de 2018

O Silêncio no Céu


"QUANDO O SILÊNCIO IMPÉRA"
O barulho da cidade, os motores dos automóveis roncando, das máquinas trabalhando, impedem que paremos e pensemos no quanto somos simples e fracos. 
Ja fomos muitas vezes ao cemiterio, levar pessoas queridas e visitar os mortos no dia de Finados. O cemitério ainda é o  melhor lugar para refletir sobre a vida. Alí o silêncio impera; e isto  faz com que  o silêncio dos mortos nos permite refletir sobre a vida. 
Trabalhamos, compramos, vendemos, viajamos, festejamos, comemos, bebemos, brincamos e, no meio disso tudo, não percebemos o quanto somos frágeis. 
A mudez do cemitério mostra que devemos tratar melhor as pessoas, sem contudo humilhar a ninguém, aliás, ninguem é de ferro; a não ser poéticamente. 
Tudo isso me ensina que sou perecível, e que um dia estarei emudecido como todos aqueles que ja partiram dessa  Terra para o  Céu, aonde passarão a eternidade. 

O SILÊNCIO DO CÉU (Apoc- 8, 1)
Diz o cético no seu coração: não há Deus (Sl-14, 1). Ele não acredita no Céu, simplesmente pelo fato de perceber que a maioria das pessoas que oram pedindo a solução de seus problemas, não ter suas orações respondidas, pois, quando o Céu se cala então é ainda pior, e nada acontece. 
As doenças continuam, o desemprego se arrasta mais uma temporada, a pessoa má parece ter ficado ainda pior, e ainda apareceram dificuldades novas que arrazam tudo. Não vale apena orar! O Céu é mudo! O Céu é de bronze. Ele não responde. A oração é inútil. Afirmam os descrentes.

Um comentário:

  1. E por falar em silencio, até um peixe se livra dos problemas se mantiver a boca fechada.

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Apresentação

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