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quinta-feira, 22 de março de 2018

Uma Viajem Rumo ao Céu


FALANDO SÉRIO! 
Se alguém te convidasse para ir a um lugar para refletir sobre a vida, a tua existência, teus desafetos, tuas qualidade e defeitos; qual seria o melhor lugar, uma festa ou um funeral A pergunta não é indiscreta, mas pode causar calafrios ou indignação; até aí tudo bem. 

VAMOS DIRETO AOS FATOS. 
Numa festa se come se bebe, se dança, se paquera, se namora; enfim, as pessoas se divertem. Na festa se deixa de lado as dificuldades nos estudos, no trabalho, nos relacionamentos, no casamento, atritos entre pais e filhos, a situação do país, dúvidas sobre o futuro e aí vai. 
Festa é festa; não é hora e nem momento de amargura, de se procurar respostas e resolver questões; é diversão a mil e pronto. 
Para uma profunda reflexão, nada melhor por mais estranho que possa parecer ir a um velório é o lugar certo. 
Ainda há pessoas que dizem: “eu não gosto de velório”. Isto é óbvio. Ora, e quem em seu juízo perfeito pode gostar de velório? Os donos de funerárias gostam dos lucros, obtidos nos velórios, mas creio que nem eles gostam de funerais, principalmente de familiares. Só doido para gostar. 
Sentimo-nos um tanto obrigados a comparecer perante alguém amado ou colega para compartilhar a tristeza dos familiares e de algum modo dar um forte abraço, oferecer nosso ombro amigo e compartilhar sua tristeza. Mas a grande verdade é que quando nos deparamos com o caixão, as flores, e vimos à face do falecido, lembramo-nos dele ativo, com planos, parecia até imortal.
Um breve texto diz: “O dia da morte é melhor do que o dia do nascimento… melhor é ir a uma casa onde há luto do que a casa onde há festa” (Ecles- 7-1, 2). Bíblia. 
O velório é sempre uma oportunidade para a alguém pedir ou dar seu perdão e fazer as pazes com o seu ofenssor. 
O fato é que vamos a velórios por vários motivos: Prestar uma última homenagem (Adeus) ao falecido, consolar a família etc. Alguém poderia contrapor: e a alma do falecido quem a guiará rumo às mansões celestiais ou ao destino eterno? Os anjos? Os arcanjos? Alguém da família que se beatificou? 
Não me custa crer que foi através de beijos é que os anjos de Deus, levaram embora a alma de Lazaro (o mendigo da parábola) à habitar  as mansões celestiais. 
Todos nós iremos nessa viagem celestial um dia. Uns mais cedo, outros mais tarde. Uns contra a vontade, outros no tempo. Pra quem fica a saudade!

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